





Você pode imaginar algo mais geek, mais nerd do que a música Bohemian Rapsody, do Queen, tocada por uma "orquestra" de hardware antigo??
No piano/órgão, Atari 800XL.
Na guitarra, Texas Instruments TI-99/4a.
No baixo, drive de disquete de 8".
E nos vocais, HP Scanjet 3c.
Participação especial de HD de 3,5", como o gongo!!
Via Geeks are Sexy
Sinal fraco. Pouca adesão por parte dos consumidores. E dúvidas, muitas dúvidas.
Falando assim, pode-se pensar que estamos criticando a TV Digital brasileira. Mas, não! Essa é a TV Digital americana, que vai de mal a pior!!
Os entraves se alastraram por parte dos EUA e devem se aprofundar no decorrer do ano no país. Isso porque um terço das emissoras de TV de lá desligaram os sinais analógicos. Muitos fizeram o desligamento a partir da data original, 17 de fevereiro, que foi postergada pelo governo para o dia 12 de junho.
A maioria de estações que efetuou o desligamento se localiza em cidades pequenas ou áreas com populações esparsas. As emissoras localizadas em grandes cidades esperarão o dia 12 de junho.
Não são apenas as regiões rurais ou pequenas cidades dos EUA que estão tendo problemas com a fase de desligamento do sinal analógico, que estava no ar há quase 70 anos por lá. Dificuldades também foram verificadas em salas de aeroportos com conexão wireless e TV para celulares.
No Brasil, o chamado "switch off' está marcado para 2016. O governo, no entanto, já admitiu a possibilidade de atrasar seu cronograma. A TV digital brasileira estreou oficialmente em 2 de dezembro de 2007. Cerca de um ano depois, 0,3% da população tinha acesso ao sinal.
Via Folha
Um novo equipamento de uso laboratorial para a obtenção de óxidos de alta pureza em escala nanométrica acaba de ser lançado pela Nanox Tecnologia, empresa com sede em São Carlos (SP) especialista no desenvolvimento de materiais inteligentes por meio da síntese de óxidos e metais nanoestruturados.
A invenção, batizada de Nanox Hidrocell, vinha sendo desenvolvida desde 2005 pela empresa em parceria com pesquisadores do Centro Multidisciplinar para o Desenvolvimento de Materiais Cerâmicos (CMDMC), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepid).
Óxidos nanométricos
Segundo Daniel Tamassia Minozzi, diretor de Operações da Nanox, os óxidos são uma importante classe química de minerais que compreendem um número enorme de compostos e têm uma ampla diversidade de aplicação.
"Os óxidos nanométricos são todos os óxidos que se inserem dentro da escala de medida de 1 a 100 nanômetros. Sua importância na área científica está no estudo de novas propriedades que não poderiam ser observadas em materiais com tamanhos maiores do que a escala nanométrica", disse à Agência FAPESP.
Os óxidos nanométricos, explica ele, apresentam uma vasta aplicação industrial, servindo, por exemplo, como matéria-prima para a produção de tintas e materiais cerâmicos, ou para a elaboração de compostos para microeletrônica e catalisadores.
Múltiplas aplicações
Os materiais de alta pureza gerados pelo equipamento também podem auxiliar na produção industrial de biocombustíveis e de polímeros, além de contribuir para a obtenção de materiais como sílicas utilizadas para o encapsulamento de fármacos.
"Na fabricação de polímeros, os óxidos nanométricos podem ser aplicados para obtenção de propriedades de resistências estruturais às radiações ultravioleta, por exemplo, sem alterar as propriedades do material", explicou.
Reator para nanopartículas
Para chegar a esses óxidos, o Nanox Hidrocell reúne dispositivos para o controle das variáveis do processo de obtenção de nanopartículas. Assim, diferentes simulações podem ser realizadas para que os pesquisadores encontrem os resultados mais satisfatórios em seus trabalhos.
"O equipamento é um reator microcontrolado que oferece versatilidade para a preparação de diversos tipos de compostos nanoestruturados que exijam algum controle de processo para sua obtenção", disse Minozzi, que tem graduação em química pela Universidade Federal de São Carlos e mestrado em ciência e tecnologia de materiais pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.
Síntese hidrotérmica
A obtenção dos óxidos de alta pureza ocorre no equipamento pelo processo de síntese hidrotérmica. "Esse processo se caracteriza pelo controle das condições de contorno, que são as variáveis de temperatura e pressão. Devido a esse controle, os materiais sintetizados apresentam elevada pureza e alta reprodutibilidade", disse Minozzi.
Um dos principais diferenciais da tecnologia, segundo o pesquisador, está no formato do equipamento, cujo tamanho é reduzido, próprio para uso laboratorial, permitindo fazer vários ensaios com uma quantidade menor de reagentes químicos.
"O equipamento controla as principais variáveis do processo de obtenção dos óxidos nanométricos. Até hoje não conhecíamos um reator nacional formatado para pesquisa e desenvolvimento com os mesmos conceitos do Nanox Hidrocell", disse Minozzi. O equipamento conta ainda com dispositivos de segurança como sistemas de alarme de temperatura e pressão.
Reatores industriais
Além de estar dentro das normas técnicas específicas para reatores industriais, o produto conta com um sistema de coleta de dados em que o pesquisador pode acompanhar pelo computador o processo de obtenção dos óxidos e exportar os dados gerados para outros programas de gráficos e tabelas a fim de, por exemplo, escrever artigos e relatórios com base nos resultados.
Segundo Minozzi, a idéia da concepção do produto, desenvolvido em aço inoxidável, surgiu pela necessidade interna da Nanox Tecnologia em atender a uma demanda crescente de pesquisa e desenvolvimento dos materiais nanométricos.
"Até então, equipamentos com esse nível de sofisticação eram importados e não chegavam ao Brasil com um custo adequado para os laboratórios. Além disso, os pesquisadores tinham uma série de desconfortos em relação à manutenção e peças", afirmou.
Revestimento antimicrobiano
Criada em janeiro de 2005, a Nanox Tecnologia é uma empresa de nanotecnologia que produz e desenvolve soluções com materiais inteligentes de propriedades especiais e funções inovadoras.
A empresa já lançou um secador de cabelos com capacidade antimicrobiana o desenvolveu o material utilizado na fabricação de um bisturi autolimpante.
As recentes descobertas de gelo em Marte, além de um solo comparável ao da Terra, feitas pela sonda espacial Phoenix, já tiveram o primeiro resultado prático: soltar a imaginação dos roboticistas, que vislumbraram uma oportunidade para que a exploração espacial possa ser feita com robôs - mais especificamente, com robôs minúsculos, do tamanho de formigas.
"Pequenos robôs capazes de trabalhar em conjunto poderão explorar o planeta. Nós sabemos que há água e poeira, então tudo o que nós precisamos é de algum tipo de cola para começar a construir estruturas, como casas para os cientistas humanos," afirma Marc Szymanski.
O pesquisador alemão participa do projeto de pesquisas I-Swarm, o mesmo grupo que projetou os nanitos, microrrobôs milimétricos capazes de agir coletivamente, imitando o comportamento de enxames de insetos, como formigas, cupins e abelhas.
A idéia agora é utilizar minúsculos robôs que ajam como uma colônia de formigas, cooperando entre si para desempenhar uma tarefa comum - a construção das primeiras obras civis, que poderão ser aproveitadas pelos astronautas, quando eles chegarem ao planeta.
Os pesquisadores estão de olho na capacidade que formigas e cupins têm para construir galerias e estruturas elevadas e esperam usar os mesmos mecanismos para levantar estruturas que possam ser úteis ao ser humano.
Os pesquisadores também estão construindo microrrobôs capazes de se unir para formar robôs maiores, capazes de desempenhar as tarefas que não sejam acessíveis aos microrrobôs individualmente.
A exploração espacial é apenas uma das utilidades que os pesquisadores vêem para seus enxames de microrrobôs. "Enxames de robôs são particularmente úteis em situações onde você necessite de alta redundância. Se um robô apresenta defeito ou é danificado, ele não causa o fracasso da missão porque outro robô simplesmente vem para ocupar seu lugar," diz Szymanski.
Essas situações incluem operações em águas profundas, em minas, consertos de grandes equipamentos, limpeza de poluentes, principalmente no caso de derramamentos de óleo e, no futuro, até mesmo aplicar tratamentos no interior do corpo humano, em operações menos invasivas do que as cirurgias tradicionais.
Os microrrobôs usam luz infravermelha para comunicarem-se uns com os outros, cada um sinalizando para o mais próximo até que todo o enxame esteja informado. Por exemplo, quando um deles encontra um obstáculo, ele pode sinalizar para os outros para circundar o objeto e tirá-lo do caminho.
Um grupo de microrrobôs, pouco maiores do que uma moeda, utiliza rodas para se mover, tendo seus motores alimentados por baterias. Um outro modelo, que incorpora o conceito de formigas robóticas, é alimentado pela energia capturada por células solares e se move por meio de vibrações.
Pense na quantidade de entulho que você pode colocar num cartão desse!! Tem mais espaço do que muito HD por aí, nesses Positivos da vida!!
A imagem é uma das vencedoras do concurso Nikon Small World 2008, que premia as melhores fotos feitas com técnicas de microscopia. Ela foi feita pelo professor Paul Marshall, do Conselho Nacional de Pesquisas do Canadá.
A imagem foi criada utilizando uma Nikon CoolPix E995 e um microscópio estéreo Nikon SMZ-10, com uma ampliação de 30 vezes.
Pesquisadores ingleses estão se inspirando no funcionamento do sistema imunológico humano para construir chips capazes de se autodiagnosticar e corrigir suas próprias falhas sem a necessidade de qualquer intervenção externa.
Batizado de Sabre - Self-healing cellular Architectures for Biologically-inspired highly Reliable Electronic systems (Arquiteturas celulares autocurativas para sistemas eletrônicos de alta confiabilidade biologicamente inspirados), o projeto está sendo conduzido por especialistas de quatro universidades.
Apesar da alta confiabilidade alcançada pela indústria eletrônica atual, com um número mínimo de relatos de falhas de sistemas ocasionadas por defeitos no hardware, a disseminação dos sistemas eletrônicos está exigindo cuidados adicionais com equipamentos que lidam diretamente com a vida humana, entre os quais os sistemas embarcados em aviões, carros e prédios.
Nestes casos, uma falha quase nunca dará tempo para que os engenheiros possam diagnosticá-la e corrigi-la antes que ela cause danos muito sérios. O ideal, nessas condições, é que o próprio hardware detecte a falha e tome medidas para que o equipamento funcione adequadamente mesmo sem a parte que apresentou defeito.
Estudando como o sistema imunológico humano funciona, os pesquisadores estão construindo uma estrutura de "células" capazes de funcionar de maneira integrada e coordenada para defender a integridade do sistema e garantir que os programas possam rodar sem falhas. Eles estão criando um verdadeiro sistema imunológico artificial inteiramente eletrônico.
Com previsão para durar três anos, o projeto Sabre pretende criar uma nova plataforma que poderá ser utilizada em aviões, sistemas de frenagens antitravamento de veículos, robôs espaciais e satélites artificiais, assim como no controle de processos industriais e nos sistemas de desligamento automático de redes de computadores.
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