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[HOW TO] Máquina de dobrar camisetas

segunda-feira, 14 de setembro de 2009
É o cúmulo da simplicidade. Eu nunca tinha pensado nisso.



Biga da Exmovere

segunda-feira, 13 de abril de 2009
Tirando o fato de parecer extremamente legal (pelo menos, para um geek), o novo carrinho tipo biga da Exmovere promete transformar os pedestres em algo parecido a um ciborgue saído dos filmes.

Com velocidade máxima de 12 mph (algo perto dos 20 Km/h), o protótipo foi desenvolvido pensando em dar "dignidade, força e maior mobilidade" para os amputados do exército americano.

O sistema de "propulsão" segue a mesma idéia do Segway: é só jogar o tronco pra frente para começar a andar. Para frear, endireite o corpo.



Via Geeks are Sexy

Vende-se ônibus espacial. Tratar: NASA

terça-feira, 23 de dezembro de 2008
A NASA pretende aposentar os ônibus espaciais em 2010. Mas ao invés de desmontá-los, vai vendê-los para museus e instituições educacionais.

O objetivo da agência espacial norte-americana é que os ônibus espaciais e seus motores (que podem ser vendidos separadamente) sejam expostos ao público, em locais fechados e com controle climático suficiente para dar-lhes longa vida depois da aposentadoria.

Aos interessados, a NASA avisou que fará o transporte aéreo dos ônibus espaciais até a cidade de destino. Os ônibus espaciais são transportados em cima de um avião Boeing 747 modificado especificamente para essa tarefa. O transporte do aeroporto até o destino final ficará a cargo do comprador.

Além do preço a ser ofertado - que se especula esteja ao redor de US$40 milhões para cada ônibus espacial já sem os motores - as instituições interessadas deverão comprovar capacidade para colocar os ônibus espaciais e os motores em demonstração para o público, atraindo uma audiência sobretudo de estudantes.

Os ônibus que serão vendidos são a Endeavour, a Atlantis e a Discovery. Foram construídos outros três ônibus espaciais, sendo o primeiro o Enterprise, um protótipo que não chegou a fazer missões espaciais. A Challenger foi destruído durante o lançamento em 28 de Janeiro de 1986 e a Colúmbia durante a reentrada na atmosfera, em 1º de Fevereiro de 2003.

Para substituir os ônibus espaciais, a NASA está construindo uma série de foguetes e naves dentro do Programa Constellation. A agência espacial mantém um site com informações sobre a migração dos ônibus espaciais para os foguetes Constellation no endereço www.nasa.gov/transition.

Via Inovação Tecnológica

Moto-conceito Ferrari

sábado, 22 de novembro de 2008
Essa moto é somente um conceito...


Mais fotos aqui e aqui. Aproveite e veja a Honda conceito e o carro gambá.

Via Estranhos Europeus

Equipamento para nanotecnologia "made in Brazil"

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Um novo equipamento de uso laboratorial para a obtenção de óxidos de alta pureza em escala nanométrica acaba de ser lançado pela Nanox Tecnologia, empresa com sede em São Carlos (SP) especialista no desenvolvimento de materiais inteligentes por meio da síntese de óxidos e metais nanoestruturados.

A invenção, batizada de Nanox Hidrocell, vinha sendo desenvolvida desde 2005 pela empresa em parceria com pesquisadores do Centro Multidisciplinar para o Desenvolvimento de Materiais Cerâmicos (CMDMC), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepid).

Óxidos nanométricos

Segundo Daniel Tamassia Minozzi, diretor de Operações da Nanox, os óxidos são uma importante classe química de minerais que compreendem um número enorme de compostos e têm uma ampla diversidade de aplicação.

"Os óxidos nanométricos são todos os óxidos que se inserem dentro da escala de medida de 1 a 100 nanômetros. Sua importância na área científica está no estudo de novas propriedades que não poderiam ser observadas em materiais com tamanhos maiores do que a escala nanométrica", disse à Agência FAPESP.

Os óxidos nanométricos, explica ele, apresentam uma vasta aplicação industrial, servindo, por exemplo, como matéria-prima para a produção de tintas e materiais cerâmicos, ou para a elaboração de compostos para microeletrônica e catalisadores.

Múltiplas aplicações

Os materiais de alta pureza gerados pelo equipamento também podem auxiliar na produção industrial de biocombustíveis e de polímeros, além de contribuir para a obtenção de materiais como sílicas utilizadas para o encapsulamento de fármacos.

"Na fabricação de polímeros, os óxidos nanométricos podem ser aplicados para obtenção de propriedades de resistências estruturais às radiações ultravioleta, por exemplo, sem alterar as propriedades do material", explicou.

Reator para nanopartículas

Para chegar a esses óxidos, o Nanox Hidrocell reúne dispositivos para o controle das variáveis do processo de obtenção de nanopartículas. Assim, diferentes simulações podem ser realizadas para que os pesquisadores encontrem os resultados mais satisfatórios em seus trabalhos.

"O equipamento é um reator microcontrolado que oferece versatilidade para a preparação de diversos tipos de compostos nanoestruturados que exijam algum controle de processo para sua obtenção", disse Minozzi, que tem graduação em química pela Universidade Federal de São Carlos e mestrado em ciência e tecnologia de materiais pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Síntese hidrotérmica

A obtenção dos óxidos de alta pureza ocorre no equipamento pelo processo de síntese hidrotérmica. "Esse processo se caracteriza pelo controle das condições de contorno, que são as variáveis de temperatura e pressão. Devido a esse controle, os materiais sintetizados apresentam elevada pureza e alta reprodutibilidade", disse Minozzi.

Um dos principais diferenciais da tecnologia, segundo o pesquisador, está no formato do equipamento, cujo tamanho é reduzido, próprio para uso laboratorial, permitindo fazer vários ensaios com uma quantidade menor de reagentes químicos.

"O equipamento controla as principais variáveis do processo de obtenção dos óxidos nanométricos. Até hoje não conhecíamos um reator nacional formatado para pesquisa e desenvolvimento com os mesmos conceitos do Nanox Hidrocell", disse Minozzi. O equipamento conta ainda com dispositivos de segurança como sistemas de alarme de temperatura e pressão.

Reatores industriais

Além de estar dentro das normas técnicas específicas para reatores industriais, o produto conta com um sistema de coleta de dados em que o pesquisador pode acompanhar pelo computador o processo de obtenção dos óxidos e exportar os dados gerados para outros programas de gráficos e tabelas a fim de, por exemplo, escrever artigos e relatórios com base nos resultados.

Segundo Minozzi, a idéia da concepção do produto, desenvolvido em aço inoxidável, surgiu pela necessidade interna da Nanox Tecnologia em atender a uma demanda crescente de pesquisa e desenvolvimento dos materiais nanométricos.

"Até então, equipamentos com esse nível de sofisticação eram importados e não chegavam ao Brasil com um custo adequado para os laboratórios. Além disso, os pesquisadores tinham uma série de desconfortos em relação à manutenção e peças", afirmou.

Revestimento antimicrobiano

Criada em janeiro de 2005, a Nanox Tecnologia é uma empresa de nanotecnologia que produz e desenvolve soluções com materiais inteligentes de propriedades especiais e funções inovadoras.

A empresa já lançou um secador de cabelos com capacidade antimicrobiana o desenvolveu o material utilizado na fabricação de um bisturi autolimpante.

Via Inovação Tecnológica

Formigas robóticas podem ser pedreiros em Marte

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

As recentes descobertas de gelo em Marte, além de um solo comparável ao da Terra, feitas pela sonda espacial Phoenix, já tiveram o primeiro resultado prático: soltar a imaginação dos roboticistas, que vislumbraram uma oportunidade para que a exploração espacial possa ser feita com robôs - mais especificamente, com robôs minúsculos, do tamanho de formigas.

"Pequenos robôs capazes de trabalhar em conjunto poderão explorar o planeta. Nós sabemos que há água e poeira, então tudo o que nós precisamos é de algum tipo de cola para começar a construir estruturas, como casas para os cientistas humanos," afirma Marc Szymanski.

O pesquisador alemão participa do projeto de pesquisas I-Swarm, o mesmo grupo que projetou os nanitos, microrrobôs milimétricos capazes de agir coletivamente, imitando o comportamento de enxames de insetos, como formigas, cupins e abelhas.

A idéia agora é utilizar minúsculos robôs que ajam como uma colônia de formigas, cooperando entre si para desempenhar uma tarefa comum - a construção das primeiras obras civis, que poderão ser aproveitadas pelos astronautas, quando eles chegarem ao planeta.

Os pesquisadores estão de olho na capacidade que formigas e cupins têm para construir galerias e estruturas elevadas e esperam usar os mesmos mecanismos para levantar estruturas que possam ser úteis ao ser humano.

Os pesquisadores também estão construindo microrrobôs capazes de se unir para formar robôs maiores, capazes de desempenhar as tarefas que não sejam acessíveis aos microrrobôs individualmente.

A exploração espacial é apenas uma das utilidades que os pesquisadores vêem para seus enxames de microrrobôs. "Enxames de robôs são particularmente úteis em situações onde você necessite de alta redundância. Se um robô apresenta defeito ou é danificado, ele não causa o fracasso da missão porque outro robô simplesmente vem para ocupar seu lugar," diz Szymanski.

Essas situações incluem operações em águas profundas, em minas, consertos de grandes equipamentos, limpeza de poluentes, principalmente no caso de derramamentos de óleo e, no futuro, até mesmo aplicar tratamentos no interior do corpo humano, em operações menos invasivas do que as cirurgias tradicionais.

Os microrrobôs usam luz infravermelha para comunicarem-se uns com os outros, cada um sinalizando para o mais próximo até que todo o enxame esteja informado. Por exemplo, quando um deles encontra um obstáculo, ele pode sinalizar para os outros para circundar o objeto e tirá-lo do caminho.

Um grupo de microrrobôs, pouco maiores do que uma moeda, utiliza rodas para se mover, tendo seus motores alimentados por baterias. Um outro modelo, que incorpora o conceito de formigas robóticas, é alimentado pela energia capturada por células solares e se move por meio de vibrações.

Via Inovação Tecnológica

Sistema regenerativo chega às bicicletas

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Pesquisadores do MIT, nos Estados Unidos, estão adaptando para as bicicletas o sistema regenerativo já utilizado nos carros de Fórmula 1 e nos veículos híbridos e elétricos.

O sistema regenerativo captura a energia criada durante as frenagens, liberando-a quando os veículos precisam acelerar, economizando combustível e aumentando o rendimento.

Agora as bicicletas poderão contar com o mesmo sistema. A energia cinética dos freios é transformada em energia elétrica, que aciona um motor elétrico auxiliar nos momentos de maior esforço do ciclista.

O sistema todo, incluindo as baterias onde a energia é armazenada, fica num invólucro localizado no cubo da roda traseira. Esse projeto compacto permitirá que o equipamento seja utilizado em virtualmente qualquer bicicleta, mesmo naquelas fabricadas antes da criação do "cubo inteligente."

Vi no Inovação Tecnológica

Carros comuns poderão ser convertidos em híbrido-elétricos

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Com os elevados preços do petróleo, os veículos híbrido-elétricos estão cada vez mais atraindo a atenção dos consumidores. Embora muito eficientes, eles ainda são produzidos em pequena escala, o que faz com que a maioria dos modelos usados disponíveis custe mais caro do que um modelo zero quilômetro.

Mas uma solução pode estar a caminho para quem gostaria de ter um veículo híbrido e não gostaria de esperar - transformar o seu veículo atual, movido a gasolina, álcool ou diesel em híbrido elétrico.

A pesquisa está sendo feita por engenheiros do Instituto Fraunhofer, na Alemanha, com o objetivo de testar a viabilidade técnica e econômica da transformação. Os desafios são grandes, porque os veículos híbridos incorporam conceitos que não foram pensados no projeto e fabricação dos veículos tradicionais a combustível líquido.

Os engenheiros alemães planejam criar uma plataforma de tecnologia aberta que permitirá o teste e a otimização de todos os sistemas necessários à hibridização - a conversão do veículo de combustível líquido para híbrido combustível líquido-elétrico. A plataforma deverá incluir a interação dos diversos equipamentos em condições reais de tráfego.

Os testes estão sendo feitos em um Audi Roadster. "Nós somos especialistas no projeto de sistemas de eletrônica de potência que são tão compactos que eles podem ser facilmente acomodados nos espaços restritos de um veículo de série," diz o Dr. Martin März, que está coordenando o projeto.

Ao contrário dos carros híbridos japoneses, que já utilizam uma plataforma mais pensada para os veículos elétricos do que para os veículos atuais, a proposta da equipe do Dr. März é criar modificações que mexam o mínimo possível na motorização do carro.

Os principais componentes adicionados na conversão serão dois motores elétricos, que serão instalados no centro do eixo traseiro, cada qual ficando responsável pelo acionamento de uma roda. Com isto, não será preciso mexer no sistema de tração dianteira tradicionalmente utilizado nos carros de passeio, que será mantido.

Esse enfoque permitirá a integração de funções adicionais ao veículo convertido em híbrido, como a tração integral (tração 4 x 4) temporária.

Segundo os engenheiros, o custo de conversão de veículo para híbrido não será maior do que o custo de um opcional, como bancos de couro, por exemplo.


Via Inovação Tecnológica