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Hoplon e IBM lançam game Taikodom

terça-feira, 24 de março de 2009
Esta notícia normalmente não apareceria neste blog, afinal, lançamento de games não é meu forte.

Mas, assistindo uma palestra sobre mainframes, José Eduardo Varella, Gerente de Relacionamento de Universidades para Mainframe, da IBM, citou o game Taikodom, da brasileira Hoplon Infotainment, como um exemplo de inovação e robustez da plataforma mainframe.

O Taikodom é um desses jogos chamados de MMORPG, Massively ou Massive Multiplayer Online Role-Player Game, ou seja, um RPG para ser jogado online com muitos jogadores simultâneos.

Exemplos desse tipo jogo são o GunBound, WYD, Ragnarok Online, Trevian, MU, etc.

Esse jogos usam nos servidores um sistema chamado Cluster, onde vários computadores são interligados e funcionam como se fossem uma única máquina.

Pois bem, na Hoplon, a coisa é diferente. Em parceria com a IBM do Brasil, eles juntaram a capacidade de centenas de milhares de conexões e transações simultâneas dos mainframes IBM System z10, com o poder gráfico dos chips CELL, os mesmos do Playstation 3. Juntando tudo isso, surgiu o Gameframe.

O IBM System z10 equivale a aproximadamente 1500 servidores x86, apresenta 85% menos custo de energia e até 85% menos espaço físico.

Mais informações (e como jogar): www.taikodom.com.br

Estudantes criam software de adição de vídeo

sábado, 29 de novembro de 2008
Não, não está errado. É adição de vídeo mesmo.

Dois estudantes da Universidade de Stanford, EUA, criaram um software capaz de editar vídeos de uma maneira inédita. Ele pode, por exemplo, mudar a fotografia de um porta-retratos ou de um quadro, ou sumir com certos objetos do cenário, ou inserir vídeo no vídeo.

A inteligência artificial do programa está tão avançada que é possível inserir um vídeo dentro de um outro vídeo e, se por acaso, o ângulo da câmera mudar, o vídeo inserido mantém as proporções definidas anteriormente.

Assistindo o vídeo abaixo fica mais fácil de entender.



Via Inovação Tecnológica

Matrix over Windows XP (legendado)

segunda-feira, 17 de novembro de 2008


Via inSUPORTÁveis

Formigas robóticas podem ser pedreiros em Marte

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

As recentes descobertas de gelo em Marte, além de um solo comparável ao da Terra, feitas pela sonda espacial Phoenix, já tiveram o primeiro resultado prático: soltar a imaginação dos roboticistas, que vislumbraram uma oportunidade para que a exploração espacial possa ser feita com robôs - mais especificamente, com robôs minúsculos, do tamanho de formigas.

"Pequenos robôs capazes de trabalhar em conjunto poderão explorar o planeta. Nós sabemos que há água e poeira, então tudo o que nós precisamos é de algum tipo de cola para começar a construir estruturas, como casas para os cientistas humanos," afirma Marc Szymanski.

O pesquisador alemão participa do projeto de pesquisas I-Swarm, o mesmo grupo que projetou os nanitos, microrrobôs milimétricos capazes de agir coletivamente, imitando o comportamento de enxames de insetos, como formigas, cupins e abelhas.

A idéia agora é utilizar minúsculos robôs que ajam como uma colônia de formigas, cooperando entre si para desempenhar uma tarefa comum - a construção das primeiras obras civis, que poderão ser aproveitadas pelos astronautas, quando eles chegarem ao planeta.

Os pesquisadores estão de olho na capacidade que formigas e cupins têm para construir galerias e estruturas elevadas e esperam usar os mesmos mecanismos para levantar estruturas que possam ser úteis ao ser humano.

Os pesquisadores também estão construindo microrrobôs capazes de se unir para formar robôs maiores, capazes de desempenhar as tarefas que não sejam acessíveis aos microrrobôs individualmente.

A exploração espacial é apenas uma das utilidades que os pesquisadores vêem para seus enxames de microrrobôs. "Enxames de robôs são particularmente úteis em situações onde você necessite de alta redundância. Se um robô apresenta defeito ou é danificado, ele não causa o fracasso da missão porque outro robô simplesmente vem para ocupar seu lugar," diz Szymanski.

Essas situações incluem operações em águas profundas, em minas, consertos de grandes equipamentos, limpeza de poluentes, principalmente no caso de derramamentos de óleo e, no futuro, até mesmo aplicar tratamentos no interior do corpo humano, em operações menos invasivas do que as cirurgias tradicionais.

Os microrrobôs usam luz infravermelha para comunicarem-se uns com os outros, cada um sinalizando para o mais próximo até que todo o enxame esteja informado. Por exemplo, quando um deles encontra um obstáculo, ele pode sinalizar para os outros para circundar o objeto e tirá-lo do caminho.

Um grupo de microrrobôs, pouco maiores do que uma moeda, utiliza rodas para se mover, tendo seus motores alimentados por baterias. Um outro modelo, que incorpora o conceito de formigas robóticas, é alimentado pela energia capturada por células solares e se move por meio de vibrações.

Via Inovação Tecnológica

"Sistema imunológico" artificial vai criar chips tolerantes a falhas

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Pesquisadores ingleses estão se inspirando no funcionamento do sistema imunológico humano para construir chips capazes de se autodiagnosticar e corrigir suas próprias falhas sem a necessidade de qualquer intervenção externa.

Batizado de Sabre - Self-healing cellular Architectures for Biologically-inspired highly Reliable Electronic systems (Arquiteturas celulares autocurativas para sistemas eletrônicos de alta confiabilidade biologicamente inspirados), o projeto está sendo conduzido por especialistas de quatro universidades.

Apesar da alta confiabilidade alcançada pela indústria eletrônica atual, com um número mínimo de relatos de falhas de sistemas ocasionadas por defeitos no hardware, a disseminação dos sistemas eletrônicos está exigindo cuidados adicionais com equipamentos que lidam diretamente com a vida humana, entre os quais os sistemas embarcados em aviões, carros e prédios.

Nestes casos, uma falha quase nunca dará tempo para que os engenheiros possam diagnosticá-la e corrigi-la antes que ela cause danos muito sérios. O ideal, nessas condições, é que o próprio hardware detecte a falha e tome medidas para que o equipamento funcione adequadamente mesmo sem a parte que apresentou defeito.

Estudando como o sistema imunológico humano funciona, os pesquisadores estão construindo uma estrutura de "células" capazes de funcionar de maneira integrada e coordenada para defender a integridade do sistema e garantir que os programas possam rodar sem falhas. Eles estão criando um verdadeiro sistema imunológico artificial inteiramente eletrônico.

Com previsão para durar três anos, o projeto Sabre pretende criar uma nova plataforma que poderá ser utilizada em aviões, sistemas de frenagens antitravamento de veículos, robôs espaciais e satélites artificiais, assim como no controle de processos industriais e nos sistemas de desligamento automático de redes de computadores.

Via Inovação Tecnológica

[Off topic] Gerador de latas de refrigerante

Brincadeira interessante pra blogueiros de plantão. Clique na lata do Technolelo pra acessar o site.


O Gustavo do Lango Lango tá fazendo coleção de latinhas. Faça uma bem bonita e mande pra ele postar no blog.

Vi no Estranhos Europeus / Lango Lango

Sente-se doente? Pergunte ao Dr. House

quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Este "Dr. House virtual" foi desenvolvido pela Fox, canal americano que transmite o seriado, em parceria com a Oddcast. A empresa de tecnologia é especializada em marketing virtual e a ação é para promover a quinta temporada da série.

Quer se consultar também? Então digite a sua pergunta na janela abaixo para Dr. Gregory House. Mas cuidado com as patadas que levar, tipo "Precisaremos remover toda a sua cabeça! Não se preocupe, não dói!" ou se ele responder cinicamente "você quer um abraço?"

Atenção: as respostas são em inglês, então as perguntas devem ser feitas na mesma lingua.