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Okinawa Churaumi Aquarium
Essa maravilha da tecnologia moderna é o tanque Kuroshio Sea, localizado no Okinawa Churaumi Aquarium, no Japão. A peça suporta até 7500 metros cúbicos (7.500.000 litros) de água e possui o segundo maior painel de acrílico do mundo: 8,2 por 22,5 metros, com 60 centímetros de espessura.
Assista com a tela maximizada!! Vale a pena!!
Kuroshio Sea - 2nd largest aquarium tank in the world - (song is Please don't go by Barcelona) from Jon Rawlinson on Vimeo.
Via Geeks are Sexy [RSS]
Impressora 3D
Gadget ajuda a matar mosquitos e prevenir doenças
Thomas Kollars, da Universidade da Geórgia do Sul se
baseou na premissa de que, embora apenas as fêmeas piquem, os mosquitos machos preferem sugar o néctar das flores ao invés de sangue humano, e daí teve a idéia de construir uma armadilha que lembrasse uma flor. Uma vez exterminados os machos, os mosquitos acabam em até 15 dias, ciclo de vida máximo desses insetos.
Feita do mesmo plástico utilizado para confeccionar capacetes de futebol, o ProVector Bt é dividido em quatro cores, vermelho, azul, verde e amarelo, utilizadas especialmente por serem as cores que atraem diversos tipos de mosquitos. O gadget foi desenvolvido para ajudar a diminuir a incidência de doenças como febre amarela, malária, dengue e outras, em países subdesenvolvidos e em desenvolvimento, uma vez que tem uma produção barata.
Apesar do objetivo mortal da flor de plástico, Kollars não deixou de pensar no meio ambiente quando planejou seu invento. A flor é alimentada com o biopesticida Bt, que age de forma seletiva, matando apenas os mosquitos. Uma tela no centro do produto também garante que apenas a “boca em formato de tubo” do inseto possa passar, garantindo que outras espécies não caiam na armadilha.
Outro modelo, o ProVector M, tem a capacidade de matar apenas o parasita que causa a malária, deixando o mosquito vivo para não desequilibrar o ecossistema, noticiou o site WSAV.
“Enganamos os mosquitos para que venham até a armadilha e comam-na”, disse Kollars. “Esse é um aparato muito ecológico que utiliza um biopesticida seguro, então pode ser seguramente utilizado em residências. Nenhum pesticida é borrifado no ambiente”, completou.
Em testes realizados em um instituto de pesquisa, o produto exterminou entre 50% a 100% dos mosquitos em questão de dias.
Segundo o site New Scientist o ProVector Bt está sendo atualmente testado nas matas de Porto Rico e em vários outros países, e a Medical Infusion Technologies pretende produzir e revender o produto ainda este ano. O preço será de aproximadamente US$ 10, com o refil valendo apenas US$ 1.
Via Geek
Com novo método, baterias recarregáveis recuperam carga em segundos
A descoberta usa as já existentes baterias recarregáveis de íons de lítio, melhorando o trânsito da energia elétrica entre os componentes com a mudança da estrutura interna - que é, inclusive, mais leve.
A equipe fez com que as altas densidades de energia das atuais baterias, que armazenam boa quantidade de carga, funcionem com mais velocidade para aumentar sua capacidade em carregar e descarregar a energia.
Com a descoberta, foi criada uma pequena bateria que pode ser carregada entre 10 e 20 segundos.
Como os materiais utilizados já existem, os pesquisadores acreditam que estas baterias podem chegar ao mercado em cerca de dois anos.
Via IDG Now!
Tecnologia nacional: papel de plástico reciclado
Um papel sintético fabricado com plástico descartado pós-consumo foi desenvolvido na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e testado em uma planta piloto da empresa Vitopel, fabricante de filmes flexíveis com fábrica em Votorantim, no interior paulista.
Produzido em forma de filmes, o material feito a partir de garrafas de água, potes de alimentos e embalagens de material de limpeza pode ser empregado em rótulos de garrafas, outdoors, tabuleiros de jogos, etiquetas, livros escolares e cédulas de dinheiro.
"Ele é indicado para aplicações que necessitam de propriedades como barreira à umidade e água, além de ser bastante resistente", diz a professora Sati Manrich, do Departamento de Engenharia de Materiais da universidade e coordenadora do projeto que teve financiamento da FAPESP para o desenvolvimento da pesquisa e o depósito de patente.
O papel sintético comercializado atualmente é produzido com derivados de petróleo. "Existem várias patentes e produtos comercializados com matéria-prima virgem, mas não encontramos nenhuma patente ou papel sintético feito a partir de material plástico reciclado", diz Sati.
Os testes na planta piloto, também chamada de escala semi-industrial, foram conduzidos por Lorenzo Giacomazzi, coordenador de tecnologia de processos da Vitopel, que tem a cotitularidade da patente. "O grande diferencial desse processo é fabricar um papel sintético com material totalmente reciclado", diz Giacomazzi.
Foram usadas várias composições e misturas de plásticos da classe das poliolefinas. "O aspecto final é o mesmo do produto feito a partir da resina virgem, com a vantagem que se aproveita o material que iria para o aterro sanitário ou lixões."
Óculos universais
Mas o Dr. Joshua Silver, da Universidade de Oxford, na Inglaterra, criou uma solução mais elegante e potencialmente muito mais barata. Ele inventou uma espécie de óculos universal, que pode ser adaptado para qualquer grau depois de comprado na loja.
Mais do que isso, se o grau de correção da visão se alterar no próximo exame - ou quando o usuário perceber uma piora na visão, mesmo sem um exame - o paciente pode simplesmente ajustar os óculos universais para o novo grau.
O segredo dos óculos universais está em uma lente líquida. Em vez de uma lente de vidro, os óculos universais possuem duas camadas de polímero de alta transparência sobrepostas. Para formar a lente líquida o usuário utiliza uma seringa para injetar silicone entre as duas camadas.
Para usá-los, tudo o que o paciente deve fazer é colocar os óculos e ajustar a seringa até conseguir uma visão ótima. O processo pode ser repetido inúmeras vezes, gerando óculos totalmente adaptativos.
A idéia é distribuir os óculos em países muito pobres, onde a população não tem acesso não apenas aos óculos, mas nem mesmo a um exame com um oftalmologista.
O Dr. Silver espera conseguir financiamento e apoio de instituições governamentais e não-governamentais para distribuir 1 bilhão dos seus óculos adaptativos gratuitamente ao redor do mundo.
É uma idéia maravilhosa. Um modelo adaptável a qualquer grau de visão. Só vejo um problema nesse projeto: o Dr. Silver já está pensando em distribuir o invento, espera financiamento e tal, mas está esquecendo que ninguém em sã consciência vai usar um óculos com uma armação que te deixa com a cara do Nite Owl, dos Watchmen.